sexta, 21 de outubro · 09:00 - 16:00 | |
| Localização | Hospital Dia - 4º andar do Instituto de Psiquiatria do HC Dr. Ovídeo Pires de Campos, 728 - Hospital das Clínicas São Paulo, Brazil |
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| Criado por | |
| Mais informações | O IPq abre suas portas para você se beneficiar de diferentes terapias orientais milenares que atuam na integração saúde, mente e corpo. Serão oferecidas atividades como: Shiatsu, Reiki, Reflexologia, TISE (Toque Integrativo Somato-emocional), Avaliação de Estresse por Biofeedback, Kundalini Yoga e Tai Chi Chuan. Você será atendido por uma equipe de profissionais altamente qualificada, em sessões de 30 minutos, por um preço muito Zen! Data: 21/10/2011 Horário: das 09:00 às 16:00 Contato: 2661-6980 (com Cida) - cidacrhd@hcnet.usp.br |
PROJETANDO SAÚDE
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
ZEN IPQ 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
sábado, 25 de setembro de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
ZEN IPq
www.zen-ipq.blogspot.com
Este ano o Projeto Zen, em sua terceira edição, vem como “ZEN IPq”, trazendo mais novidades nas terapias integrativas e mais um dia de jornada.
O evento acontecerá nos
dias 17 e 18 de Setembro.
Atividades:
Avaliação de estresse por Biofeedback
Reflexologia
Reiki
Shiatsu
Craniossacral
Atividades Gratuitas
Bioenergética
Dança circular
Meditação Dinâmica
Tai Chi Chuan
Você será attendido por uma equipe de profissionais altamente qualificadoa, em sessões de 30 minutos, por um preço muito Zen (R$ 25,00).
ENTREVISTA - REVISTA ESPAÇO ABERTO
Saúde além da saúde
Data de publicação: Terça-feira, 2 Fevereiro 2010Um comentário
Não só ausência de doença, mas bem-estar e qualidade de vida: as terapias alternativas podem nos levar até lá
Por Mariana Franco
O que é saúde? Procurando no dicionário, saúde é definida como bom estado do organismo, ausência de doenças ou estorvos de qualquer espécie. Outra definição, tomada como moderna, é a de bem-estar físico, econômico, psíquico e social. Esta definição de saúde, porém, como bem-estar global – físico, mental e emocional – existe há milhares de anos na Medicina Tradicional Chinesa.
Por muito tempo a medicina ocidental rejeitou os tratamentos não-convencionais, considerados supersticiosos e sem princípios científicos. Nos últimos anos, eles voltam a ter seu espaço e gozar de reconhecimento. Considerando que a Organização Mundial da Saúde vinha estimulando o uso da medicina tradicional e alternativa, em maio de 2006 foi aprovada a portaria nº 971 no Ministério da Saúde, que implanta a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementare (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS). Dados recentes do Ministério mostram que o acesso aos tratamentos não-convencionais no SUS cresceu nos três últimos anos. Os atendimentos em acupuntura tiveram um salto de 122% e práticas como tai chi chuan, 358%.
A medicina oriental baseia-se no equilíbrio e harmonia entre as energias opostas Yin e Yang, que regem comportamentos, estados de espírito e as diferentes estruturas corpóreas. No corpo, são identificados meridianos pelos quais passa a energia, e à boa circulação desta deve-se o equilíbrio. Em pontos desses meridianos aplicam-se agulhas na técnica da acupuntura ou pressiona-se na técnica de massagem shiatsu (pressão realizada com os dedos, em japonês).
“As energias são complementares, uma depende da outra. Se um lado está deficiente, faltará energia para o outro, que terá de se manifestar. Há pessoas que não fazem nenhuma atividade ou exercício físico, vivem sob pressão ou estresse, e isso causa uma reação no organismo. Se não existe um meio de extravasar, melhorar ou se recuperar desses estresses, o corpo vai ficando cada vez mais deficiente e desequilibrado. Isso abre portas para as doenças se instalarem”, explica Osvaldo Hakio Takeda, coordenador do Projeto Zen, iniciativa do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da USP para divulgar terapêuticas complementares para a população.
“O relaxamento e o bem-estar levam a uma melhora da qualidade de vida. As terapias alternativas devem unir-se ao tratamento tradicional, não para substituí-lo, mas para potencializá-lo”, afirma Takeda.
Diana Pozzi, médica especializada em onco-hematologia da Faculdade de Medicina (FM) da USP, explica que há algumas décadas acreditava-se que os resultados de tratamentos alternativos deviam-se somente ao efeito placebo – a confiança no resultado. Com o tempo, porém, o tratamento de doenças oncológicas tornou-se cada vez mais caro e menos eficaz, e os pacientes começaram a voltar-se para outras terapias. A medicina complementar mostrou, então, bons resultados contra os efeitos colaterais da quimioterapia, aliada ao tratamento de cânceres e doenças crônicas.
“Na área de oncologia nós aprendemos a conversar muito com os pacientes e passamos a ver que existem muito mais coisas entre o céu e a terra do que a nossa chamada ‘vã filosofia’. Há muitas coisas que agem nos pacientes e colaboram com nós, médicos, e colaboram com o tratamento”, afirma Diana.
“Vemos, na prática, que não só terapias, mas situações afetivas das mais diversas são importantes. A presença dos familiares e a fé religiosa num tratamento, o contato físico com a mãe no desenvolvimento da criança pequena, fazem parte do bem-estar. Talvez isso tudo se deva à interação de energias, porém, quando chegamos nesse ponto é difícil provar – as financiadoras de pesquisas dificilmente apoiam esses trabalhos, a ciência tradicional não os aceita. Há muita coisa que ainda ignoramos, por exemplo, a atuação dessas energias sobre nós, mas exatamente por ignorarmos que precisamos pesquisar”, conclui.
Saiba mais sobre o Projeto Zen, realizado no IPq, sobre a acupuntura, seu uso e efeitos e sobre como as emoções podem mexer com nossa saúde. Abaixo os locais de atendimento público em medicinas alternativas.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
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